sexta-feira, 27 de março de 2009

DIA DO CIRCO!!!!

Sim, hoje é dia Internacional do Circo, e como minha vida se cobrir é circo e se cercar é hospício de tanto palhaço e louco (que graças a Deus) passaram por ela, vai aí um pouco da história do circo e outras coisinhas a mais... E nunca se esqueça seu nariz de palhaço, sua cartola mágica e seu chicote de domador...

"O circo é uma expressão artística, parte da cultura popular, que visa a diversão e o entretenimento dos espectadores.

Há referências sobre o circo desde a antiguidade. Durante o Império Romano, por exemplo, grupos de pessoas ganhavam a vida fazendo apresentações na rua, nas casas de famílias nobres ou até mesmo em arenas destinadas às apresentações (anfiteatros).Na Idade Média, grupos de malabaristas, artistas de teatro e bufões (comediantes) viajavam pelas cidades da Europa com suas apresentações.

Porém, foi somente em 1769 que o circo ganhou o formato que temos atualmente. Neste ano, o inglês Philip Astley organizou as apresentações circenses, destinando também uma tenda de lona para as apresentações. Estas seriam itinerantes (com mudança constante do local de apresentação).
Embora enfrentem um período de crise na atualidade, os circos ainda fazem sucesso, principalmente nas reuniões do interior do Brasil. As apresentações contam com palhaços, shows musicais, malabaristas, mágicos e trapesistas.

Os palhaços brasileiros que fizeram mais sucesso nos circos brasileiros foram: Carequinha, Arrelia, Torresmo e Piolin"

O texto acima fala do circo de picadeiro e lona colorida, hoje em dia há circos para serem apresentados em ginásios, etc

Vai aí alguns exemplos de circos famosos:

CIRCO VOADOR:
O Circo Voador teve seu primeiro endereço na praia do Arpoador, em Ipanema. Em janeiro de 1982, sua lona azul e branca foi levantada pela primeira vez. Fruto do anseio de uma enorme onda de artistas carentes de espaço para atingir o grande público, o Circo foi a grande alavanca para muitos grupos, hoje, consagrados.
A princípio, a montagem duraria apenas um mês (durante o qual diversas atividades artísticas se desenvolveram), mas durou três meses e ainda assim foi preciso a fiscalização desmontar e retirar a estrutura.
Articulação não faltou para o Circo fazer seu segundo pouso, amadrinhado por Zoé Chagas Freitas. A Prefeitura destinou alguns de seus terrenos para que um fosse escolhido e o Circo Voador instalado de forma definitiva. O terreno baldio defronte aos Arcos da Lapa interessou e o Circo ganhou seu lugar, servindo de espaço para a criação e apresentação das mais variadas expressões de arte e cultura populares.Como espaço para vanguarda de todas as artes, todas as tendências se apresentaram. Muitos deram os primeiros passos no Circo Voador, fazendo os primeiros shows para cinqüenta pessoas e depois, no mesmo local, para três mil: Barão Vermelho, Legião Urbana, Blitz, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Lobão, Débora Colker, Intrépida Trupe e muitos outros. [2]
Além de lançar, o Circo também trouxe para o grande público artistas de gerações passadas, mas com talento à flor da pele. Assim, aconteceu com Ângela Maria, Cauby Peixoto, Luiz Gonzaga, Adoniran Barbosa e, entre outros, a Orquestra Tabajara, que manteve a Domingueira Voadora durante quinze anos.
Famoso pelas memoráveis festas que proporcionou nesta cidade, muitas se destacaram pela originalidade dos temas e causas defendidas. Uma das mais conhecidas foi a Tancredance. A capoeira foi outra atividade que o Circo abraçou. Mestres e participantes de todo o mundo se reuniram no I Encontro Nacional da Arte da Capoeira e no I Rio Samba Capoeira Meet.
O Circo Voador foi um dos principais pontos da noite carioca por um bom tempo, até que, em 1996, fechou suas portas por estar às voltas com dívidas e por sua estrutura física ser incapaz de manter os moradores vizinhos a salvo do barulho de suas atividades.
Reconstruído em 2004 no mesmo local na Lapa, o Circo Voador, hodiernamente, conta com uma infra-estrutura para receber cerca de 2500 pessoas. Reaberto em 22 de julho daquele ano, o local serve de palco para as mais variadas expressões musicais tanto do Rio de Janeiro, quanto de outros lugares do Brasil e do estrangeiro.
A sua retomada de atividades foi um dos tantos itens que resgataram a boemia do bairro. Próximo ao Circo, há também a Fundição Progresso, outro popular palco da música, além de uma série de casas de espetáculos, bares e restaurantes.

SITE: http://www.circovoador.com.br/
Bacana para ver os projetos sociais e as atrações e promoções do lugar.

CIRQUE DU SOLEIL:
O Cirque du Soleil começou quando um grupo de artistas de rua no Quebec (Canadá) decidiu criar uma nova maneira de exprimir a paixão do grupo pelas artes circenses. Sob a direção de Guy Laliberté, o Cirque du Soleil usou a sua paixão pela criatividade e pela inovação para redefinir a paisagem do entretenimento e maravilhar espectadores do mundo inteiro.
Desde que foi criado, em 1984, o Cirque du Soleil já encantou mais de 80 milhões de espectadores em mais de duzentas cidades diferentes dos cinco continentes. A empresa atualmente apresenta 8 shows em tour e 7 shows residentes, por todo o mundo, e em breve estará adicionando novos shows em Los Angeles , Japão , Macau e Dubai . Em 2009, o Cirque irá apresentar 20 shows simultaneamente, pelo mundo todo.

SITE: http://www.cirquedusoleil.com/world/pt/pt/intro/intro.asp
Vale a pena dar uma passada lá para ver a história, curiosidades entre tantaas outras coisas

quinta-feira, 26 de março de 2009

DIA DO CACAU


CACAU E CHOCOLATE O mundo civilizado só tomou conhecimento da existência do cacau e de chocolate depois que Cristóvão Colombo descobriu a América. Até então, eram privilégio dos Índios que viviam no Sul do México, América Central e bacia amazônica, onde o cacau se desenvolvia naturalmente em meio à floresta. Hoje, quase 5 séculos depois, derivados do cacau são consumidos em muitas formas, em quase todos os países, e fazem parte da vida do homem moderno. Estão presentes em todos os lugares: nas mochilas dos soldados e nas bolsas dos estudantes, em barras de chocolate de alto valor nutritivo; nos salões de beleza mais sofisticados, nas formas mais variadas de cosméticos; e nas reuniões sociais, através de vinhos e licores. Seus resíduos são utilizados como adubo e ração para os animais. Saindo da floresta amazônica para conquistar o mundo, o cacau percorreu um longo caminho. Sua história cercada de lenda, está marcada por episódios curiosos, foi usado pelos Astecas, como moeda, provocou discussão entre os religiosos sobre o seu uso nos conventos devido às suas supostas propriedades afrodisíacas e, por muito tempo, foi uma bebida exclusiva das mais faustosas cortes da Europa. Suas sementes, levadas para outras regiões e continentes, formaram grandes plantações que, hoje, representam importante fonte de trabalho e renda para milhões de pessoas.


O chocolate contém em média meio a meio de chocolate e açúcar. E uma porcentagem menor de manteiga de cacau. O chocolate branco possui um sabor particular, diferindo do escuro na composição: é feito com manteiga de cacau, leite em pó e essência de baunilha.

O cacau elaborado resulta em: manteiga de cacau, cacau ou chocolate em pó e chocolate em barra. Cada tipo de chocolate apresenta porcentagens diferentes de açúcar:

Chocolate ao leite: 60%

Chocolate branco: 59,4%

Chocolate meio amargo: 51,4%

quarta-feira, 25 de março de 2009

CAMILLE CLAUDEL

Conheci Frida Kahlo em uma sala de aula, fui apresentada pela obra "A Coluna Partida" e um pouco de sua história, afinal não dá para ver uma obra de Frida e não ficar sabendo um pouco de sua vida...



Outra vez fui apresentada, tardiamente eu sei, para uma outra artista, Camille Claudel. Sim sou uma ignorante em história da arte, fazer o que, mas não vou entrar no mérito da questão e sim na fascinante vida dessa mulher.

E fiquei igualmente interessada pela vida da escultora assim como a da pintura... Duas mulheres incríveis que viveram intensamente tudo que tinha, Frida mais que Camille, épocas diferentes também. Enfim o que quero dizer é que por mais incrível e maravilhosa que seja a mulher ela não consegue separar a vida profissional da pessoal, a dor da arte, por mais que hoje a mulher tente está no gene feminino, pra mim impossível fazer a mulher ser menos sentimental em todas as áreas de sua vida.



Para quem quiser saber mais sobre ela, tem o filme Camille Claudel, direção de Bruno Nuytten do ano de 1988. O livro Camille Claudel: Criação e Loucura da autora Liliana Liviano Wahba.



Vai um pouco e em resumo a história de Camille:
(texto retirado do site http://www.artelivre.net/html/artes_plasticas/al_artes_plasticas_camille_claudel.htm)

"Uma mulher decide quebrar os laços com sua classe social, com a moral vigente e com as normas de conduta bem aceitas em sua época. Foi considerada louca, internada por 30 anos num hospital psiquiátrico – até sua morte – depois de entregar-se furiosamente a sua arte e a um mau amante, escultor abastado e famoso. Ele, o imperecível Auguste Rodin. Ela, a intuitiva e talentosa escultora Camille Claudel, personagem de filmes, razão de poemas, mulher arrasada, infeliz e mal compreendida. Ingredientes que tornam a sua biografia fascinante aos olhares curiosos. Tudo o que se acrescente como condimento de frescas novidades sobre esta escultora – vitimada mais pela sociedade que pela loucura – exerce, talvez por isso, um encanto hipnótico e avassalador.
Não se sabe porque cargas d’água uma certa “intelectualidade” sente prazer irresistível pela tragédia moral e exalta como ponto de virtude o sofrimento do artista. Ao que parece, quanto mais estilhaçados melhor; quanto mais dolorido, mais doce (veja-se o caso da pintora mexicana Frida Kallo, que atualmente tem suas obras em altíssimas cotações no mercado de arte). O que importa em Claudel; aliás, o que deveria importar num momento em que se faz a revisão de sua obra, seria destacar o seu alto valor estético, sua ruptura com uma manifestação escultural adormecida e que era já, depois de um certo tempo, construção oficial das formas em Rodin. Deveriam ser exaltadas estas coisas, não sua desgraça.
Não se pode negar o gênio a Rodin, mas deve-se questionar o quanto de preconceito e de sua postura como inverso de mestre prejudicaram um talento manifesto. Que não era mais florescente apenas, mas que exigia ar e aparecimento: ela, Camille. Ela, que num sopro poderia ser, sim, mais do que ele. E isso lhe era insuportável.
Camille era pouco conhecida do público. O reconhecimento de seu talento ficava restrito a artistas e intelectuais, mas mesmo entre eles o seu comportamento incomum assumia feições de desvario. Sua família era rica, mas a adolescente apaixonada pela escultura não se deixava ficar entre rapapés, na condição de mulher passiva e obediente, à espera de um marido bem aquinhoado e cordato, largada das coisas impuras da arte. Muito pelo contrário. Desde menina fugia de casa para extrair barro para suas esculturas. A mãe, no entanto, se opunha à ambição de ser artista da pequena Camille. A sociedade francesa, preconceituosa e machista, também colocava muros à sua frente. Ela tentou passar por todos eles. Era mulher, e a escalada se tornava ainda mais difícil. O lance crucial de sua vida ocorreu quando decidiu empregar-se no estúdio do escultor Rodin, com quem pouco tempo depois passa a conviver na condição de amante.
A união marginal atiçava os comentários. Uma jovem impetuosa e um homem rico, famoso e mais velho, convivendo sem casar oficialmente... Mas o fator determinante para os transtornos que se seguiriam a essa união não partiram exatamente daí. Tratava-se, no fundo, de um embate de natureza artística entre a intuição criativa de Camille e o apuro conquistado em anos de estudo pelo escultor oficial do governo francês, Auguste Rodin .
O rompimento entre os dois era a única saída para a sobrevivência criativa da jovem aluna que abalara de forma tão radical o universo artístico de seu mestre. Rodin não admitia as diferenças de potencial criativo entre ele e Camille. Quando a artista percebeu estar sendo usada por Rodin, veio o rompimento. (Inclusive acredita-se que em alguns casos ela tenha feito algumas esculturas)
Camille ficou só. O irmão Paul Claudel, poeta, viajara para os Estados Unidos e lhe faltava mais esse amparo. Passou a criar obsessivamente; percebia-se, contudo, que perdia a sanidade. O golpe final veio quando, durante uma exposição, não conseguiu vender nenhuma escultura. (Vivia com a idéia fixa de que Rodin a perseguia e era culpado por sua internação inclusive)O fracasso, o álcool, e agora o descrédito, somados às suas muitas decepções, fizeram-na indignar-se a tal ponto que, em dado momento, destrói as peças que havia criado. (Foi ignorada também pela mãe que nunca a visitou enquanto estava internada) Acaba interna como louca."

terça-feira, 24 de março de 2009

O MITO DA CAVERNA

Recebi hoje um email com um quadrinho de Maurício de Souza sobre o mito da caverna, daí fui pesquisar o que era e vi que ele estava mais próximo de mim do que imaginava... Principalmente enxergar só sombras...



"O Mito da Caverna narrado por Platão no livro VII do Republica é, talvez, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia, em qualquer tempo, para descrever a situação geral em que se encontra a humanidade. Para o filósofo, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras. Essa poderosa crítica à condição dos homens, escrita há quase 2500 anos atrás, inspirou e ainda inspira inúmeras reflexões pelos tempos a fora. A mais recente delas é o livro de José Saramago A Caverna.

Platão viu a maioria da humanidade condenada a uma infeliz condição. Imaginou (no Livro VII de A República, um diálogo escrito entre 380-370 a.C.) todos presos desde a infância no fundo de uma caverna, imobilizados, obrigados pelas correntes que os atavam a olharem sempre a parede em frente. O que veriam então? Supondo a seguir que existissem algumas pessoas, uns prisioneiros, carregando para lá para cá, sobre suas cabeças, estatuetas de homens, de animais, vasos, bacias e outros vasilhames, por detrás do muro onde os demais estavam encadeados, havendo ainda uma escassa iluminação vindo do fundo do subterrâneo, disse que os habitantes daquele triste lugar só poderiam enxergar o bruxuleio das sombras daqueles objetos, surgindo e se desafazendo diante deles. Era assim que viviam os homens, concluiu ele. Acreditavam que as imagens fantasmagóricas que apareciam aos seus olhos (que Platão chama de ídolos) eram verdadeiras, tomando o espectro pela realidade. A sua existência era pois inteiramente dominada pela ignorância (agnóia).

Se por um acaso, segue Platão na sua narrativa, alguém resolvesse libertar um daqueles pobres diabos da sua pesarosa ignorância e o levasse ainda que arrastado para longe daquela caverna, o que poderia então suceder-lhe? Num primeiro momento, chegando do lado de fora, ele nada enxergaria, ofuscado pela extrema luminosidade do exuberante Hélio, o Sol, que tudo pode, que tudo provê e vê. Mas, depois, aclimatado, ele iria desvendando aos poucos, como se fosse alguém que lentamente recuperasse a visão, as manchas, as imagens, e, finalmente, uma infinidade outra de objetos maravilhosos que o cercavam. Assim, ainda estupefato, ele se depararia com a existência de um outro mundo, totalmente oposto ao do subterrâneo em que fora criado. O universo da ciência (gnose) e o do conhecimento (espiteme), por inteiro, se escancarava perante ele, podendo então vislumbrar e embevecer-se com o mundo das formas perfeitas.

Com essa metáfora - o tão justamente famoso Mito da Caverna - Platão quis mostrar muitas coisas. Uma delas é que é sempre doloroso chegar-se ao conhecimento, tendo-se que percorrer caminhos bem definidos para alcançá-lo, pois romper com a inércia da ignorância (agnosis) requer sacrifícios. A primeira etapa a ser atingida é a da opinião (doxa), quando o indivíduo que ergueu-se das profundezas da caverna tem o seu primeiro contanto com as novas e imprecisas imagens exteriores. Nesse primeiro instante, ele não as consegue captar na totalidade, vendo apenas algo impressionista flutuar a sua frente. No momento seguinte, porém, persistindo em seu olhar inquisidor, ele finalmente poderá ver o objeto na sua integralidade, com os seus perfis bem definidos. Ai então ele atingirá o conhecimento (episteme). Essa busca não se limita a descobrir a verdade dos objetos, mas algo bem mais superior: chegar à contemplação das idéias morais que regem a sociedade - o bem (agathón), o belo (to kalón) e a justiça (dikaiosyne).

Há pois dois mundos. O visível é aquele em que a maioria da humanidade está presa, condicionada pelo lusco-fusco da caverna, crendo, iludida que as sombras são a realidade. O outro mundo, o inteligível, é apanágio de alguns poucos. Os que conseguem superar a ignorância em que nasceram e, rompendo com os ferros que os prendiam ao subterrâneo, ergueram-se para a esfera da luz em busca das essências maiores do bem e do belo (kalogathia). O visível é o império dos sentidos, captado pelo olhar e dominado pela subjetividade; o inteligível é o reino da inteligência (nous) percebido pela razão (logos). O primeiro é o território do homem comum (demiurgo) preso às coisas do cotidiano, o outro, é a seara do homem sábio (filósofo) que volta-se para a objetividade, descortinando um universo diante de si. "

(http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/caverna.htm)



Daí vem o quadrinho...




domingo, 22 de março de 2009

FRASE DA SEMANA

" Tudo na vida é passageiro, menos o motorista e o trocador!!!"

Isso com certeza, principalmente depois de pegar o 9250 na terça feira as 18 horas...

sexta-feira, 20 de março de 2009

ENFIAR O PÉ NA JACA

Hoje batento um papo pelo msn, um amigo meu soltou essa expressão em meio a um assunto muito sério... daí a primeira coisa que veio a minha cabeça foi "Caramba, passei 28 anos da minha vida sem comer jaca... EU NUNCA COMI JACA!!!!!". Daí minha mente vagou... veio a jaca do parque municipal, da qual morro de medo, sempre que andei por lá tive o sentimento que uma cairia com tudo na minha cabeça. Imagina eu chegando no hospital toda com a cabeça arrebentada e o enfermeiro perguntando:



- O que aconteceu?

- Ela estava andando pelo Parque quando uma jaca caiu na cabeça dela...





Fico pensando na cara do enfermeiro segurando o riso em meio os curativos...



Enfim, depois do surto mental sobre a jaca vamos a explicação da expressão:



O certo é ; enfiar o pé no jacá ( cesto).Dizia-se que, de tão bêbado, ao montar no burro colocava um pé no estribo e ao dar a volta com o outro pé o enfiava no jacá;

Estar com problemas, cometer um erro, se dar mal;

Beber muito e fazer besteira.



E agora uma dica sobre a JACA, fruta. (e não é aquela que dança com o carinha lá do funk não hein!!!!)



http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u493804.shtml



A matéria é muito bacana, mistura história, humor e culinária.



"Vítima de preconceito, a jaca se disfarça em mil e uma utilidades e dá a volta por cima. De acordo com seu grau de maturação, muda de gosto a ponto de ficar irreconhecível e não se torna a versão distorcida e azeda de si mesma.
Outra propriedade singular da jaca é a de destruir o que estiver no caminho de sua descida. As bombas de até 40 quilos são implacáveis contra para-brisas de carros e telhas da casa de praia. É a vingança.
"



Morri de rir dessa parte...



E em homenagem a todos que um dia JÁ ENFIARAM O PÉ NA JACA....