Ontem andando pela internet vi uma reportagem da revista TPM que sobre um tema que nunca tinha lido antes... É sobre cicatrizes. Eu que tenho uma que tento esquecer e ignorar sempre que me olho no espelho li e vi que não dá pra ignorar mesmo, mas dá pra ter uma convivência harmoniosa com a marca que você carregará no resto da vida.
Quando descobri que teria que fazer a operação que ia me curar, nunca pensei que carregaria um ponto de interrogação tatuado no corpo, e sim o resultado de minha alta médica. Sim, um ponto de interrogação!!! Afinal, a maiorias das pessoas ficam curiosas ao vê-la e tem uma reação diferente ao se deparar com ela. Durante o tratamento o meu médico ficava me alertando sobre o que aconteceria, inclusive com a cicatriz, mas minha curiosidade era para saber se poderia passear com ela por aí normalmente.
E após a operação eu pude sim, sair por aí com ela, mas nunca mais normalmente, não que eu esteja doente ainda, tive alta a uns 5 anos atrás, é que depois de tudo que vivi não dá pra falar que eu tenha saído normal, ou melhor falando, igual eu era.
Eu tenho um “remendo” agora. E justamente por isso que tive coragem de fazer minhas tatuagens, que me fez entender que pequenas coisas da vida são essenciais, e o principal, que o que não me matou me fortaleceu, literalmente!
Ainda tenho uma relação indefinida, já quis tirá-la totalmente de mim, mas a dor que causaria me fez mudar de idéia. Já pensei inúmeras vezes em disfarçá-la, só que mudo de idéia depois porque penso que ela já faz parte de mim. Mas não faço questão de escondê-la totalmente, só sei que ela está ali e ponto.
Agora ando por aí com o peito aberto pra vida!!!
E pra quem quiser conferir está o link da reportagem:http://revistatpm.uol.com.br/revista/91/reportagens/faz-parte.html
Quando descobri que teria que fazer a operação que ia me curar, nunca pensei que carregaria um ponto de interrogação tatuado no corpo, e sim o resultado de minha alta médica. Sim, um ponto de interrogação!!! Afinal, a maiorias das pessoas ficam curiosas ao vê-la e tem uma reação diferente ao se deparar com ela. Durante o tratamento o meu médico ficava me alertando sobre o que aconteceria, inclusive com a cicatriz, mas minha curiosidade era para saber se poderia passear com ela por aí normalmente.
E após a operação eu pude sim, sair por aí com ela, mas nunca mais normalmente, não que eu esteja doente ainda, tive alta a uns 5 anos atrás, é que depois de tudo que vivi não dá pra falar que eu tenha saído normal, ou melhor falando, igual eu era.
Eu tenho um “remendo” agora. E justamente por isso que tive coragem de fazer minhas tatuagens, que me fez entender que pequenas coisas da vida são essenciais, e o principal, que o que não me matou me fortaleceu, literalmente!
Ainda tenho uma relação indefinida, já quis tirá-la totalmente de mim, mas a dor que causaria me fez mudar de idéia. Já pensei inúmeras vezes em disfarçá-la, só que mudo de idéia depois porque penso que ela já faz parte de mim. Mas não faço questão de escondê-la totalmente, só sei que ela está ali e ponto.
Agora ando por aí com o peito aberto pra vida!!!
E pra quem quiser conferir está o link da reportagem:http://revistatpm.uol.com.br/revista/91/reportagens/faz-parte.html
